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Orçamento de obras preciso: etapas e ferramentas essenciais

Aprenda a fazer um orçamento de obras preciso para construção e descubra as etapas essenciais para fazer um planejamento financeiro eficiente.
Orçamento preciso para obras de construção: etapas e ferramentas
Orçamento preciso para obras de construção: etapas e ferramentas

Quer descobrir como fazer um orçamento preciso para obras de construção? Conheça aqui as etapas e ferramentas essenciais. 

Fazer um orçamento de obras preciso é uma das tarefas mais importantes na construção civil. Um mal feito pode resultar em desperdício de materiais, atrasos na entrega e prejuízos financeiros. Por isso, é fundamental conhecer as etapas e ferramentas certas para fazer um planejamento financeiro assertivo para os seus projetos.

O processo de orçamentação envolve diversas etapas, como a definição do escopo da obra, a quantificação e qualificação dos materiais, a elaboração de planilha de custos, entre muitas outras. 

Existem muitas ferramentas que podem auxiliar nessa tarefa, como os softwares especializados, bases de dados com preços de insumos, etc. É importante que você entenda como cada uma dessas etapas e ferramentas funciona e como você pode aplicá-las para aumentar a precisão do orçamento, reduzir os custos de obra e evitar dores de cabeça para a sua empresa.

Orçamento de obras: o que é e quais são as etapas?

O orçamento de obras determina os gastos para a realização de um empreendimento. Ele engloba todos os custos desde a concepção até o momento em que a construção é completamente finalizada. 

As principais etapas de um planejamento de obra são: 

  1. Estudo das variáveis;
  2. Composição dos custos;
  3. Fechamento do orçamento. 

Agora que você já conhece as três etapas, entenda melhor cada uma delas: 

1. Estudo das variáveis

Essa primeira etapa é um levantamento de todas as informações disponíveis em relação ao projeto de tudo que possa gerar gastos e custos. Isso engloba desde a mão de obra, até os materiais, documentos, serviços, etc. 


Depois de ter juntado todos esses dados, é importante organizar para agilizar os processos seguintes. O controle dessas informações pode ser feito de várias maneiras, como: planilha, tabela e memorial descritivo.

Mas, quanto mais específica for a descrição de cada etapa, melhor será a precisão em relação aos custos e menor a chance de esquecer alguma variável geradora de gastos. 

Aqui, é importante que haja a especificação e organização. Essa é a fase que vai determinar o caminho da composição dos custos que vem a seguir. Além disso, há um aumento na clareza da avaliação, para que ela possa ser entendida. 

Essa é uma das partes que precisa acontecer em conjunto com os profissionais responsáveis pelo planejamento e com o grupo que vai executar, já que aquilo que estiver no orçamento precisa bater com o que vai acontecer na construção depois. 

Nesse sentido, é possível notar a importância de manter a sinergia entre os dois setores, fazendo com que todos os envolvidos conheçam as etapas do projeto. 

2. Composição dos custos

Existem vários custos que compõem uma construção, alguns são diretos e outros indiretos. Os primeiros são aqueles associados aos serviços no canteiro de obras. Ou seja, os custos com materiais, maquinário e colaboradores. 

Os indiretos são necessários para que as atividades no campo sejam feitas, embora não estejam relacionados diretamente com elas, por exemplo: taxas, seguros, materiais de escritório, etc. 

Com os serviços listados e as unidades determinadas, o engenheiro consegue calcular o quantitativo de tudo que será necessário para o projeto. Esta costuma ser uma fase mais trabalhosa da elaboração da estimativa, já que exige um cuidado maior. 

Afinal, um erro nos cálculos nas etapas do orçamento de obras pode provocar alterações absurdas no final. 

É necessário fazer o levantamento quantitativo de materiais de acordo com as especificações técnicas, os projetos e o memorial descritivo. Porém, caso haja alterações ainda que em pequena escala, os resultados não estarão tão próximos da realidade.

Ou seja, quanto mais definidas e desenvolvidas forem as informações, melhor será o processo. No cálculo dos quantitativos são considerados elementos além dos materiais necessários. 

É importante calcular a produtividade dos colaboradores e com isso determinar a quantidade de horas para fazer os serviços. Também há um cálculo do material desperdiçado, rejeitado, entre outros. 

Depois, serão coletados os preços de mercado para a mão de obra e os insumos. Os valores precisam ser os mais atuais possíveis. Mas também deve-se saber que ao longo da construção os preços podem variar. 

Assim, se um material costuma variar muito o preço, ou há uma previsão econômica negativa para quando a construção estiver sendo feita, é importante haver uma margem de erro que compense as mudanças. 

3. Fechamento do orçamento

Com as etapas do orçamento de obras praticamente prontas, o construtor precisa estipular a lucratividade que deseja, levando em consideração aspectos como: concorrência, risco e mercado imobiliário. 

Além disso, sobre o custo direto, é necessário calcular um fator que representa o gasto indireto, o lucro e os impostos incidentes, usando um fator de majoração chamado de BDI (Benefícios e Despesas Indiretas)

Hoje existem diversas ferramentas que ajudam a facilitar todo esse processo, como o software de gestão de obras, que além de automatizar diversas tarefas também ajuda na construção do orçamento, controle do estoque e mão de obras e muito mais. 

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